Presença e atenção em cada etapa.
Um acompanhamento próximo, respeitando as necessidades e objetivos de cada paciente.
Hérnia de disco assusta pelo nome, mas o que leva alguém a procurar ajuda quase sempre é outra coisa: a dor que não passa, o formigamento na perna, o medo de que só reste a cirurgia. A fisioterapia atua no tratamento conservador — o caminho que busca reduzir a dor e recuperar movimento sem passar pela sala de cirurgia, quando o caso permite.
Na Reabilitare Prime, em Sarandi, cada caso começa por uma avaliação individual: onde dói, o que piora, o que seus exames mostram e o que sua rotina exige. A partir disso é montado o plano — e o número de sessões é definido ali, não antes.

Tratamento conservador de coluna, sem cirurgia
Entre uma vértebra e outra existe um disco, que funciona como amortecedor. Ele tem uma parte externa mais firme e um núcleo gelatinoso no meio. Quando a parte externa se desgasta ou se rompe, esse núcleo se desloca — é isso que o laudo chama de hérnia de disco.
O que causa a dor nem sempre é a hérnia em si. É o contato do material deslocado com a raiz nervosa ao lado, e a inflamação que se forma ali. Por isso existe gente com hérnia grande no exame e pouca dor, e gente com hérnia pequena e muita dor. O tamanho no laudo não define o tamanho do problema.
Três palavras que costumam assustar quem lê o exame, e que descrevem estágios diferentes do mesmo processo:
Nenhum desses achados, sozinho, decide o tratamento. O que orienta a conduta é o conjunto: o que você sente, o que o exame físico mostra e como os sintomas se comportam ao longo do tempo.
Quando o material deslocado comprime ou irrita a raiz nervosa, o sintoma não fica só nas costas: desce pelo trajeto do nervo. Na lombar, costuma seguir pela nádega, pela parte de trás da coxa e, às vezes, até o pé. É o que muita gente chama de dor do nervo ciático.
Pode vir acompanhada de formigamento, sensação de choque ou perda de força. Perda de força progressiva, dormência na região genital ou alteração para urinar e evacuar são sinais de alerta e pedem avaliação médica imediata — não são caso de esperar a próxima sessão.
O disco não volta para o lugar, e dizer que volta seria falso. Mas essa não é a pergunta que interessa.
O que acontece com frequência é a pessoa deixar de ter sintomas e voltar à rotina, mesmo com a hérnia continuando visível no exame. O material deslocado pode reduzir com o tempo, e o corpo se adapta. Existe muita gente com hérnia no exame e nenhuma queixa — o achado de imagem não é, por si só, uma doença.
Por isso o objetivo do tratamento é outro: reduzir a dor, recuperar movimento e controlar o que está sobrecarregando aquela região, para que o quadro não se repita.
Conservador é o nome do caminho que não passa pela cirurgia. Ele trabalha em três frentes, e nessa ordem:
A terceira frente é a que evita a repetição, e é a mais negligenciada. Sem ela, o alívio costuma durar até a rotina voltar ao normal.
A decisão sobre operar é médica, não da fisioterapia. Mas vale saber em que situações ela costuma ser discutida: perda de força progressiva, comprometimento neurológico, dor que não responde a nenhum tratamento ao longo de meses, ou os sinais de alerta citados acima.
Fora desses casos, o tratamento conservador é em geral a primeira tentativa. E mesmo quando a cirurgia acontece, a fisioterapia continua: a recuperação do movimento depois da operação é um trabalho próprio — é o que a página de fisioterapia pós-operatória trata.
Duas pessoas com o mesmo laudo podem ter evoluções bem diferentes. Pesam a localização da hérnia, há quanto tempo os sintomas existem, o que a rotina exige do corpo, a força e a mobilidade de partida, e a resposta às primeiras semanas de tratamento. É por isso que não existe prazo padrão — e desconfie de quem der um.
Estes são os quadros que mais chegam à Reabilitare Prime em Sarandi.
O caso mais frequente. Dor na lombar que desce pela nádega e pela coxa, piorando ao sentar por muito tempo, ao tossir ou ao se abaixar. O tratamento começa por reduzir a irritação da raiz nervosa antes de progredir para carga.
Mesmo mecanismo, outra região. A dor parte do pescoço e desce pelo ombro e pelo braço, às vezes com formigamento nos dedos. Costuma piorar com determinadas posições da cabeça, e a avaliação identifica quais.
É uma procura legítima e comum. A fisioterapia não substitui a avaliação do cirurgião, e não vai dizer se você deve ou não operar. O que a avaliação pode mostrar é o que ainda não foi tentado no caminho conservador — e essa é uma informação útil para você levar de volta ao seu médico.
Quem operou precisa recuperar movimento, força e confiança, respeitando as fases liberadas pelo cirurgião. O acompanhamento segue o protocolo dele, e o relatório da cirurgia ajuda a montar o plano.
Sentar aumenta a pressão sobre os discos lombares, e ficar horas na mesma posição soma a isso a perda de mobilidade do quadril. Não significa que trabalhar sentado cause hérnia — significa que, existindo a hérnia, esse padrão costuma alimentar os sintomas. Parte do plano trata disso fora da clínica.
O caminho é o mesmo para todos os casos, e o conteúdo de cada etapa é que muda.
Traga ressonância, raio-x e laudos, se tiver. Eles não são obrigatórios para começar, mas mudam o ponto de partida. Na avaliação, o profissional examina movimento, força e sensibilidade, e cruza isso com o que o exame mostra — porque nem sempre o que aparece na imagem é o que está gerando a sua dor.
Você sai sabendo o que foi encontrado, o que será trabalhado primeiro e com qual frequência. O número de sessões sai daqui, e é revisto ao longo do caminho.
As primeiras sessões costumam focar em reduzir a dor e devolver movimento. Conforme os sintomas cedem, entra ganho de força e controle — e é essa fase que sustenta o resultado. A evolução é reavaliada periodicamente, e o plano se ajusta ao que o corpo responde.
Como sentar, como levantar peso, quanto tempo ficar na mesma posição, o que fazer quando a dor der sinal. Essa parte é o que separa melhorar de continuar melhor — e é conversada durante o tratamento, não entregue num papel no último dia.
Conheça de perto a estrutura, os profissionais e a forma individualizada como acompanhamos cada paciente durante a recuperação.
Um acompanhamento próximo, respeitando as necessidades e objetivos de cada paciente.
O plano sai da avaliação, e é revisto conforme a evolução de cada caso.
Quanto antes o tratamento começa, menor costuma ser o tempo de recuperação.
Cuidar do corpo é rotina, não só resposta a um problema que já apareceu.
O tratamento considera sua condição, sua rotina e os resultados que você quer.
Agende uma avaliação e conheça um acompanhamento pensado para as suas necessidades, sua rotina e seus objetivos.
Da ortopedia à neuropediatria, sem precisar procurar outra clínica a cada necessidade.
O tratamento começa por entender o seu caso — não por um protocolo pronto.
Áreas diferentes, para que o seu caso caia com quem trabalha com ele.
O que muda, quando muda e por quê — acompanhado ao longo do tratamento.
Espaço preparado para atendimento individual, avaliação e exercício.
Acompanhamento especializado sem precisar se deslocar até Maringá.
Profissionais de áreas diferentes, para que o seu caso seja acompanhado por quem trabalha com ele.

Fisioterapeuta e CEO
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